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Illustration of a house with an Amazon delivery truck and package at the doorstep
Como resultado do auge do e-commerce, cada vez mais empresas tradicionais estão também a dar o salto para o mundo digital. Isto permite-lhes alcançar um público muito mais vasto e alargar os seus horizontes comerciais.

Se também está a considerar dar o passo para criar uma empresa para comercializar os seus produtos ou serviços online, existem várias coisas que deve saber antes de dar o primeiro passo. Para ter sucesso na sua jornada digital, é importante adquirir formação específica em e-commerce, tal como a oferecida pelo programa gratuito Amazon Despega.
Para começar, este guia fornece-lhe uma definição completa de e-commerce, a sua origem e história, os diferentes modelos de e-commerce que existem e a forma como são classificados, bem como as suas principais vantagens e desvantagens.

Também lhe fornecemos algumas orientações fundamentais para a criação de um negócio de e-commerce e para que se lance nas vendas online, bem como muitas dicas e orientações sobre como fazer com que um negócio de e-commerce tenha sucesso graças a ferramentas de marketing, a uma estratégia de tratamento adequada ou à gestão eficiente do inventário, entre outros aspetos.
Illustration of boxes on conveyer belts in an Amazon Fulfillment Center

O que é o e-commerce?

O comércio eletrónico, cujo termo original em inglês («e-commerce») é amplamente utilizado pelos utilizadores digitais, é o processo de compra e venda de produtos e serviços através da Internet.

Os clientes deste modelo de negócio, que tem vindo a crescer na última década, podem fazer compras a partir de um dispositivo móvel, tablet ou computador, bem como a partir de smartwatches e assistentes digitais, tais como os dispositivos Echo da Amazon.

Só precisa de uma ligação à Internet para visitar todo o tipo de lojas digitais, onde a gama de produtos e serviços oferecidos é verdadeiramente infinita: desde alimentação a moda, passando por eletrodomésticos ou livros. Se o produto em questão existir, existe uma loja de e-commerce que o vende. Está apenas a alguns cliques de distância.

O e-commerce não deve ser confundido com o e-business, que engloba todos os tipos de empresas que operam na Internet e utilizam tecnologias de comunicação para desenvolver os seus negócios e melhorar a sua eficiência e alcance através, por exemplo, de ferramentas de marketing. Por outras palavras, o e-business não se limita apenas à compra e venda de produtos, mas inclui ainda outras atividades que também fazem parte do desenvolvimento de um negócio.

E-commerce: passado, presente e futuro do comércio

Não há dúvidas de que o comércio digital continua no auge. Não só em Espanha, mas a nível mundial, desde o início da pandemia do coronavírus, no primeiro trimestre de 2020, que se tem assistido a um crescimento deste tipo de negócios. Em Espanha, por exemplo, 23% das compras totais em 2020 foram realizadas através da Internet. De facto, no final do primeiro ano da pandemia, o e-commerce tornou-se a solução para que pudéssemos continuar a fazer as nossas compras diárias enquanto cuidávamos uns dos outros.

A impossibilidade de sair das nossas casas e o encerramento das lojas físicas em muitos países são algumas das causas que têm provocado este aumento na utilização da Internet para fazer compras.

Contudo, embora muitos utilizadores tenham começado recentemente a fazer compras online pela primeira vez, o e-commerce remonta ao século passado, por volta de 1920, com o início das vendas por catálogo nos Estados Unidos. Com este novo modelo de negócio, era possível comprar um produto sem o ver fisicamente ou sem ter de se deslocar a um ponto de venda físico.

Esta inovação assegurava vantagens para ambas as partes, uma vez que o cliente não tinha de se deslocar e a marca tinha a oportunidade de vender os seus produtos a potenciais clientes residentes noutros locais/cidades.

Posteriormente, a normalização do telefone e da televisão em casa, bem como o aparecimento dos primeiros cartões de crédito ou o intercâmbio de dados eletrónicos, facilitaram ainda mais às empresas a venda de produtos sem contacto direto com o cliente.
Illustration of Overhead Prime
As vendas pela televisão, cujo auge ocorreu na década de 1980, tornou-se numa versão melhorada das vendas por catálogo, visto que os anúncios publicitários ofereciam mais realismo e uma descrição muito mais minuciosa e detalhada das funções e caraterísticas do produto anunciado.

Mas a grande revolução do e-commerce foi, sem dúvida, a chegada da Internet às casas na década de 1990. Com a sua expansão, nasceram os primeiros portais de compras online, que organizavam os produtos por categoria. Ao longo dos anos, a utilização da Internet foi-se normalizando à medida que iam surgindo cada vez mais plataformas para compras online.

Atualmente, a faturação das vendas online a nível global está a crescer ano após ano e o e-commerce tornou-se num canal muito importante para a realização de compras. Em 2019, 75% de todos os utilizadores da Internet a nível mundial já tinham feito compras online alguma vez, metade dos quais admite fazê-lo através de um dispositivo móvel.

Esta tendência crescente não só significa que cada vez mais pessoas estão a escolher fazer compras online, mas também que têm surgido diferentes modelos de e-commerce, tais como os que explicamos a seguir.

Que tipos de e-commerce existem?

O e-commerce está dividido em diferentes classes, dependendo dos intervenientes envolvidos nas transações de compra e venda de produtos e serviços:

E-commerce B2B

Por um lado, existe o e-commerce B2B, que é a abreviatura de "business to business" ou em português "negócio a negócio". Neste modelo, as transações são realizadas entre empresas que operam na Internet, ou seja, o cliente final não está envolvido. A maioria dos negócios de venda por grosso ou de distribuição é abrangida pelo modelo B2B.

E-commerce B2C

Por sua vez, o e-commerce B2C é aquele realizado entre a empresa e o cliente final (business to consumer), Um consumidor acede a uma loja de e-commerce para comprar um produto ou serviço para si próprio.

E-commerce C2C

Quando os agentes envolvidos na compra do produto ou serviço são dois consumidores, trata-se de e-commerce C2C (consumer to consumer). Este tipo de negócio é muitas vezes considerado mais como uma plataforma para anunciar produtos em segunda mão do que como uma loja online. A principal vantagem do modelo C2C é que favorece a reutilização de produtos, tais como vestuário, e a possibilidade de os adquirir a um preço mais baixo.

E-commerce C2B

O quarto modelo em que o consumidor está também na origem é o modelo C2B (client to business). Ao contrário do C2C, onde ambos os intervenientes são consumidores, o destino das transações do C2B é a empresa, ou seja, são os próprios clientes que geram valor para as empresas.

Um exemplo claro deste modelo de e-commerce são os programas de filiação, em que um cliente de e-commerce recebe um pagamento ou benefício por partilhar uma ligação para um negócio online quando outro cliente faz uma compra na loja em questão. Estas ligações são frequentemente promovidas em blogues, fóruns ou redes sociais e são uma parte importante das estratégias de marketing de muitas das empresas digitais da atualidade.

E-commerce B2E

Outro modelo de e-commerce é o que envolve uma empresa e os seus trabalhadores (B2E, de business to employee), ou seja, as transações são realizadas a nível interno. Este modelo é muito comum nas grandes empresas, que podem oferecer aos seus trabalhadores a possibilidade de fazer compras vantajosas graças a descontos e ofertas por elevado desempenho ou cumprimento de objetivos.

E-commerce G2C

Finalmente, um modelo de e-commerce que também inclui o governo: o G2C (government to customer) permite aos consumidores pagar, por exemplo, multas ou impostos, bem como realizar procedimentos administrativos como o pedido e a emissão de documentos oficiais.
Illustration of Customer Service

Em que consistem os diferentes tipos de modelos de e-commerce?

Agora que ficou claro que o e-commerce veio para ficar, se a sua intenção for criar o seu próprio negócio digital ou se quiser conseguir um alcance global para a sua loja online já estabelecida, será do seu interesse continuar a ler.

O conceito de modelo de negócio refere-se à forma como as empresas geram valor. Para além do sistema clássico de compra e venda de produtos ou serviços, as empresas que operam na Internet também utilizam outros modelos como:

Dropshipping

Um modelo muito difundido no e-commerce que se baseia no facto de a empresa que vende o produto ao cliente não ter o produto em stock e adquiri-lo a um terceiro, que o envia diretamente para o cliente final. Neste modelo, o e-commerce funciona como uma simples montra.

Marketplace

É um serviço online que reúne compradores e parceiros comerciais. Os compradores têm à sua disposição uma vasta gama de produtos e serviços e os parceiros comerciais podem chegar a inúmeros potenciais compradores.

Leilões

Os portais de leilões são páginas de comércio eletrónico que estabelecem a ligação entre empresas e consumidores ou consumidores e consumidores em troca de uma percentagem da venda quando esta é concretizada. A principal vantagem para os parceiros comerciais é o amplo alcance dos seus anúncios.

Freemium

Este modelo resulta da combinação das palavras «free» (grátis) e «premium» e consiste em oferecer pacotes de serviços básicos gratuitamente, mas com publicidade, e pacotes premium pagos, que oferecem mais funcionalidades e normalmente eliminam inconvenientes como a publicidade.

Subscrição

Este modelo é amplamente utilizado em plataformas de entretenimento, onde um produto ou serviço de acesso restrito é oferecido por uma taxa fixa mensal ou anual. No caso da Amazon, o seu programa de subscrição paga, o Amazon Prime, conta já com mais de 150 milhões de subscritores a nível mundial. Em apenas 5 anos, a plataforma pretende duplicar este número.

Quais são as vantagens e as desvantagens do e-commerce?

Como qualquer revolução, o e-commerce traz muitas vantagens para a sociedade, embora seja inegável que também acarreta algumas desvantagens. Segue-se uma análise dos aspetos mais relevantes:

VANTAGENS

DESVANTAGENS

  • Desaparecimento das fronteiras geográficas: com o e-commerce, as empresas têm conseguido chegar aos lugares mais remotos que se possa imaginar. As pessoas que vivem em zonas rurais têm agora a possibilidade de comprar qualquer produto ou serviço, que é entregue à sua porta sem o incómodo de terem de percorrer longas distâncias.

    De igual modo, as empresas têm conseguido aumentar a sua carteira de potenciais clientes.
  • Poupança de tempo nas compras: à medida que as distâncias desaparecem, o tempo de compra também diminui, uma vez que não temos de nos deslocar até à loja física. Em apenas alguns minutos, podemos visitar dezenas de lojas online à procura do artigo perfeito, com toda a comodidade e economia que isso implica.
  • Disponibilidade 24 horas por dia: o e-commerce funciona sem horários ou feriados, ao contrário dos horários de abertura frequentemente limitados do comércio convencional.
  • Aumento da carteira de clientes: se há uma coisa que a Internet oferece é visibilidade. Como resultado, muitas empresas conseguiram aumentar as suas vendas graças à publicidade através da Internet, redes sociais e uma estratégia de marketing abrangente baseada na Web.
  • Facilidade em encontrar produtos: sem qualquer dúvida, o e-commerce facilitou aos clientes a procura do produto certo. As plataformas de venda online constituem um enorme catálogo que permite comparar muitos produtos em simultâneo.
  • Facilidade para anunciar produtos: o vendedor também encontrou uma solução que agiliza o processo de comercialização de um produto. Apenas algumas fotos ou vídeos são suficientes para ter preparada a apresentação de qualquer produto ao mercado.
  • Implementação e manutenção mais simples: criar uma loja online não tem nada que ver com abrir uma loja física, principalmente a nível económico. Além disso, os custos de manutenção são também mais baixos.
  • Resistência a dar o passo: muitos consumidores, principalmente consumidores mais velhos, apresentam muita relutância a começarem a fazer compras online. O medo de não ver o produto pessoalmente ou das fraudes através da Internet são as principais razões para a sua recusa em mudar.
  • Incapacidade de testar o produto: a resistência mencionada no ponto anterior deve-se frequentemente à impossibilidade de ver ou tocar no produto antes de o comprar.
  • Aumento do preço do produto pelos portes de envio: a compra de um artigo de preço elevado não é geralmente um problema. As coisas mudam quando procuramos um produto de preço muito baixo que não compensa os elevados custos de transporte.
  • Fidelização do cliente: a falta de contacto pessoal do processo de compra e a enorme concorrência tornam a fidelização do cliente uma tarefa árdua. Isto requer uma estratégia de marketing adequada que nos diferencie de outras empresas semelhantes.

Passos para criar o seu próprio negócio de e-commerce

Tal como na criação de qualquer negócio, é essencial realizar uma análise do contexto. Existe muita concorrência? Como posso diferenciar-me? Quais são os requisitos legais para o tipo de negócio que quero criar? Estas são apenas algumas das questões que temos de nos colocar.

Se já se decidiu e pretende abrir uma loja online que funcione 24 horas por dia, todos os dias do ano, sem necessidade de ter um estabelecimento físico onde possa receber os seus clientes e com todas as vantagens acima mencionadas, só lhe falta saber que passos precisa de dar para a criação:

1. Escolha da marca, logótipo e domínio

O mesmo que seria necessário para qualquer negócio convencional, exceto a substituição das instalações físicas por um domínio de Internet, que será o estabelecimento virtual que os seus clientes irão visitar. Se já tem uma loja física, muito provavelmente já tem uma marca e logótipo. Por isso, está apenas a um clique de registar a sua marca.

2. Estabelecimento de um sistema de gestão de conteúdos (CMS)

O CMS (Content Management System, na sua sigla em inglês) é um software que lhe permite gerir, organizar, publicar, editar e eliminar o conteúdo da sua loja Web.

Em relação ao CMS, temos de fazer uma seleção dos produtos ou serviços que queremos comercializar na nossa loja.

3. Contratação de um bom serviço de alojamento

O nosso website será a nossa loja virtual e a nossa montra. Se falhar, a nossa loja estará fechada ao público, o que prejudicará o nosso negócio. Por este motivo é importante ter um serviço de alojamento adequado, que ofereça uma elevada capacidade de armazenamento, largura de banda, facilidade de utilização e um elevado nível de integração com outras aplicações.

É também aconselhável que o serviço de alojamento forneça um excelente serviço de apoio ao cliente para que, em caso de problemas com o website, estes possam ser resolvidos o mais rapidamente possível e continuem a disponibilizar o serviço aos nossos clientes.

4. Design e interface atrativos

Vale a pena investir algum dinheiro para ter uma interface apelativa e diferenciadora, que seja fácil de usar e na qual seja fácil encontrar os produtos. Além disso, o processo de registo ou de compra não deve ser aborrecido para não dissuadir os mais impacientes.
3. Prévoyez l’expédition de vos commandes
4. La vente en ligne dans les règles

5. Informação ao cliente

Os nossos potenciais clientes perderão o medo de fazer compras na nossa loja online se receberem da nossa parte muitas informações sobre a empresa. Quanto mais completa for a informação no nosso website (política de privacidade, perguntas frequentes ou FAQ, informações de contacto, métodos de envio, etc.), maior será a confiança que transmitimos.

6. Definição das formas de pagamento

Quando o cliente já se decidiu pelo seu produto, é importante oferecer métodos de pagamento que correspondam às suas preferências. Atualmente, o pagamento por transferência bancária perdeu lugar para gateways de pagamento com cartão de crédito ou débito, bem como pagamentos através de carteiras virtuais, tais como o famoso serviço de pagamentos PayPal.

7. Definição de métodos de envio

No mundo do imediatismo, os clientes sentem-se cada vez mais motivados a comprar se souberem que a entrega será feita o mais rapidamente possível. Em muitos casos, este imediatismo corresponde à receção no dia seguinte à compra. Assim, contar com um serviço de logística que nos ofereça este tipo de serviço fará com que o nosso alcance seja muito maior.

8. Criação de uma estratégia de marketing

Para ter um maior alcance e atingir o nosso público-alvo, é aconselhável desenvolver e implementar uma estratégia de marketing adequada. As publicações nas redes sociais ou blogues, o envio de newsletters, os programas de recomendação ou ligações de afiliação são apenas algumas das técnicas mais populares atualmente utilizadas para aumentar as vendas e fidelizar os clientes.

Como fazer com que o seu negócio tenha sucesso? Marketing, estratégia de tratamento, stocks...

Iniciar um negócio de e-commerce a partir do zero pode parecer simples, mas torná-lo bem-sucedido é, indiscutivelmente, uma tarefa muito mais complexa. Isto requer determinadas competências ou recursos que é frequentemente aconselhável subcontratar a pessoas ou empresas especializadas:

Marketing

  • SEO: ou como conseguir aumentar o tráfego no seu website. A resposta é: com a SEO (Search Engine Optimisation), o processo de melhoria do posicionamento em motores de pesquisa ou otimização dos motores de pesquisa para dar mais visibilidade a um website.

    Como se consegue? Principalmente através da integração de um blogue no website onde são redigidas publicações com muitas palavras-chave que permitem que o website seja posicionado nos motores de pesquisa.
  • Redes sociais: algumas redes sociais, como o Instagram, podem aumentar o alcance de uma campanha de marketing para limites inimagináveis. A publicidade nesta rede social destina-se a um público-alvo muito específico de acordo com a idade, o sexo, os gostos, etc.
  • Políticas de preços: os negócios de comércio eletrónico aproveitam os eventos mais importantes do ano para lançar grandes ofertas e campanhas promocionais associadas a datas especiais. Dia dos Namorados, Natal, Black Friday, Cyber Monday ou o Dia da Mãe são algumas das datas mais importantes do ano.
  • Análise de tráfego: algumas ferramentas, como o Google Analytics, permitem-nos obter muitos dados sobre o público (e, portanto, potenciais compradores) que visita a nossa loja online. Obter informações como a idade, o sexo ou o local de residência pode ajudar-nos muito no desenvolvimento de uma estratégia de marketing mais adequada.

Tratamento

Quer opte por desenvolver a sua estratégia de conformidade internamente ou subcontratar parte ou a totalidade da mesma, criar ou atualizar uma estratégia de tratamento é um processo complexo, pelo que é essencial escolher uma empresa de tratamento que satisfaça as suas necessidades e as dos seus clientes finais.

O que é o tratamento no e-commerce?

As empresas de tratamento no e-commerce são responsáveis pela receção, processamento e entrega dos pedidos aos clientes. O funcionamento é semelhante ao do dropshipping, uma vez que o vendedor estará a contratar todas as tarefas acima referidas a um terceiro, o responsável pelo tratamento. Isto elimina a necessidade de um armazém para armazenar o stock e reduz os custos de envio.

Para que o tratamento dos pedidos seja assegurado, é necessário ter os artigos em stock. O armazenamento do inventário mantém os produtos em segurança e permite aos operadores consultar a disponibilidade dos produtos em tempo real..

No entanto, um centro de tratamento não é apenas um armazém, mas também um local a partir do qual as encomendas são processadas, preparadas e entregues rapidamente, enquanto um armazém tradicional é o local onde são armazenados os produtos que serão mantidos durante muito tempo, tais como o stock para o Natal seguinte.

A gestão do inventário é uma parte importante do processo de tratamento de pedidos pelo que requer um software de e-commerce que permita visualizar rapidamente o stock disponível e quando será necessário o seu reabastecimento.
Illustration of fulfilment option

Stock

O armazenamento de stock pode ser um dos principais problemas para qualquer negócio de e-commerce, principalmente para os mais pequenos. Estes começam frequentemente por utilizar espaços privados, tais como um armazém pessoal ou mesmo um espaço dentro da sua própria casa, para armazenar stock. No entanto, se a loja online crescer ou se se esperar um maior crescimento no futuro, é necessário pensar em alternativas.

Contudo, o arrendamento de espaço de armazenamento aumenta frequentemente os custos fixos de uma empresa. Associado ao arrendamento de um armazém vem frequentemente a necessidade de contratar pessoal para gerir o inventário. Nestes casos, é muitas vezes aconselhável optar por uma das seguintes estratégias:
  • Tratamento de e-commerce 3PL
    Nesta opção, o e-commerce compra o inventário a granel para evitar a acumulação de stock e, consequentemente, a necessidade de um armazém ou pessoal para gerir o inventário.
  • Dropshipping ou tratamento de pedidos com envio direto
    Por outro lado, no dropshipping ou tratamento de pedidos com envio direto, a empresa dissocia-se do tratamento e a responsabilidade recai diretamente sobre o fabricante.

    Algumas das vantagens deste modelo são um menor investimento inicial em inventário ou a disponibilidade de mais tempo para se concentrar noutras tarefas, tais como o desenvolvimento da estratégia de marketing ao não ter de lidar nem preocupar-se com questões logísticas.

    Contudo, este modelo apresenta também desvantagens, tais como a menor margem de lucro resultante da necessidade de aplicar os preços indicativos das empresas de envio direto ou «dropshippers». Além disso, a concorrência está a tornar-se feroz à medida que o número de anunciantes de produtos semelhantes aumenta a cada dia devido à facilidade de entrada no mercado de dropshipping.

Conclusão

Considerando o crescimento do e-commerce e todo o seu potencial, parece ser uma boa altura para abrir um negócio online.

Em suma, a criação de um e-commerce dependerá em grande parte das circunstâncias e caraterísticas do negócio tradicional já existente ou da ideia de negócio, caso seja novo.

Convidamo-lo a aprender tudo o que precisa de saber sobre como começar a vender na Amazon. Esperamos que as informações que partilhámos no nosso artigo sejam úteis e o ajudem a decidir se deve dar o passo para se lançar no mundo digital com o seu negócio.

FAQ (Perguntas frequentes)

O que significa “e-commerce”?
O comércio eletrónico consiste na compra e venda de produtos através da Internet.
Será o e-commerce o futuro das transações comerciais?
Tudo parece indicar que sim. A evolução tem sido muito apelativa na última década, mas a pandemia da COVID-19 e o confinamento global fizeram disparar as compras através de plataformas de e-commerce.
Que tipo de e-commerce se adequa à minha ideia ou conceito de negócio?
Praticamente tudo pode ser comprado e vendido através da Internet. A melhoria dos serviços de logística e de correio torna possível que qualquer produto, independentemente das suas dimensões, caraterísticas ou necessidades, chegue ao seu destino num curto espaço de tempo e em condições adequadas.

Decidir que tipo de e-commerce se adequa ao seu negócio depende de quem é o seu grupo-alvo (cliente final, outra empresa, funcionários da sua empresa, etc.).
O que tenho de fazer para criar a minha loja online?
  • Escolha um nome para a sua marca e domínio
  • Selecione uma empresa de alojamento
  • Escolha uma ferramenta de CMS para e-commerce
  • Defina as formas de pagamento
  • Organize a logística: armazém, dropshipper, métodos de envio...
  • Analise o mercado para definir a sua estratégia de marketing
  • Crie campanhas de marketing
  • Assegure a regulamentação legal do seu negócio eletrónico
Preciso de fazer um investimento elevado?
O aspeto mais positivo de criar um negócio eletrónico é que, para começar a operar, não são necessários investimentos elevados. Ao não necessitar de uma loja física, poupa no arrendamento ou na compra das instalações, bem como nos fornecimentos ou mobiliário. Por conseguinte, o investimento será muito inferior ao da criação de um negócio tradicional.
O meu e-commerce terá sucesso se houver muita concorrência no setor?
Tudo dependerá da análise que fizer da concorrência e das ferramentas que utilizar para se diferenciar da mesma. Oferece o mesmo produto? Os seus preços são mais baixos? Tem uma oferta melhor relativamente aos métodos de pagamento ou de envio? Os prazos de entrega são mais curtos?
Como publicito a minha nova loja online?
Existem muitas técnicas para publicitar um negócio online. Algumas delas são:
  • Redação de um blogue
  • Campanhas publicitárias nas redes sociais
  • Programa de recomendações
Como posso melhorar o posicionamento do meu e-commerce?
Visto que a concorrência é frequentemente feroz, a chave para melhorar o posicionamento da sua loja online é a SEO/SEM. Descubra as palavras-chave relacionadas com o seu negócio para as utilizar nos títulos e descrições dos produtos da sua loja online ou para as incluir nas publicações do seu blogue para que a sua loja apareça melhor posicionada nos motores de pesquisa.
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